Sempre me fascinou a relação texto/música.Temas e fontes inesgotáveis para a criação artística, protestos, histórias alegres ou tristes... Muitas vezes a música vem, também em forma de poesia. Poesia feita de palavras, medida e ritmo. O ritmo é o núcleo da poesia. Os poetas verdadeiros são especialmente músicos de primeira ordem. A poesia da letra de música é uma escrita cadenciada, sonora... E sempre vale a pena ser apreciada. "Welcome/Bienvenue/Bienvenidos/Benvenuto/Irashaimasu”

Translate

Mostrando postagens com marcador folclore brasileiro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador folclore brasileiro. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Parlendas, Cantigas e Trava-língua

Hoje é dia das crianças... Obaaaaa!!!

Parlendas, Cantigas e Trava-língua (parte 1)

Dependendo de cada região do Brasi existem essas canções com pequenas modificações!

• Ó maninha
• Alecrim
• Sapo Jururu
• Oskindô lê lê


Parlendas, Cantigas e Trava-língua (parte 2)

Pout pourri de parlendas
Entre outras temos...

• 1, 2 feijão com arroz
• Olha o sapo
• Domingo
• Mafagafos
• Desconstantinopla

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Borboletinha - Folclore Brasileiro


Borboletinha tá na cozinha,
Fazendo chocolate para a madrinha.
Poti poti perna de pau,
Olho de vidro
E nariz de pica pau.
Pau pau!

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

terça-feira, 2 de outubro de 2007

SECA D'ÁGUA - Patativa do Assaré


Criação coletiva sobre poema de Patativa do Assaré -- maior cantador e poeta popular do Brasil, nascido em 05.03.1909..

Em 1985 faz a letra de Seca d'Água, criação coletiva para angariar fundos para as vítimas das enchentes, que assolaram o Nordeste naquele ano.
Lança o disco Patativa do Assaré, um projeto cultural do Banco do Estado do Ceará. Lado B do compacto Nordeste já, de 1985, gravado por diversos artistas em benefício das vítimas da seca do nordeste.

SECA D'ÁGUA
(criação coletiva sobre poema de Patativa do Assaré)
Raimundo Fagner - 1985


É triste para o Nordeste o que a natureza fez
Mandou cinco anos de seca e uma chuva em cada mês
E agora em 85 mandou tudo de uma vez
A sorte do nordestino é mesmo de fazer dó
Seca sem chuva é ruim
Mas seca d’água é pior
Quando chove brandamente depressa nasce um capim
Dá milho, arroz e feijão, mandioca e amendoim
Mas com em 85 até o sapo achou ruim
Maranhão e Piauí estão sofrendo por lá
Mas o maior sofrimento é nessas bandas de cá
Pernambuco, Rio Grande, Paraíba e Ceará
A sorte do nordestino é mesmo de fazer dó
Seca sem chuva é ruim
Mas seca d’água é pior
O Jaguaribe inundou a cidade de Iguatu
E Sobral foi alagada pelo Rio Acaraú
O mesmo estrago fizeram Salgado e Banabuiu
Ceará martirizado, eu tenho pena de ti
Limoeiro, Itaíçaba, Quixeré e Aracati
Faz pena ver o lamento dos flagelados dali
Seus doutores governantes da nossa grande nação
O flagelo das enchentes é de cortar coração
Muitas famílias vivendo sem lar, sem roupa, sem pão

A sorte do nordestino é mesmo de fazer dó
Seca sem chuva é ruim
Mas seca d’água é pior.

quinta-feira, 12 de julho de 2007

Cai...cai balão...



Fala sério... Nosso folclore também é pura poesia, não acha!!???


Sonho de Papel

O balão vai subindo
Vem caindo a garoa
O céu é tão lindo
E a noite é tão boa
São João, São João
Acende a fogueira
No meu coração.
Sonho de papel
A girar na escuridão
Soltei em seu louvor
No sonho multicor
Oh! Meu São João.
Meu balão azul
Foi subindo devagar
O vento que soprou
Meu sonho carregou
Nem vai mais voltar.

Autor: Alberto Ribeiro

CIFRA


Am          E7

E o Balão vai subindo
F G F
Vem caindo a garoa
E7 F
O céu é tão lindo
G
E a noite é tão boa
Am Dm

São João , São joão
G
Acende a fogueira
Am Dm
No meu coração

E A7
Sonho de Papel

Dm
A girar na imensidão
Am
Soltei em teu louvor
G C
O sonho multicor
Am

Ó meu São João

Am G
Meu Balão Azul
F C
Foi subindo devagar
Am
O vento que soprou
G C

Meu sonho carregou
Am
Não vai mais voltar