Upa neguinho na estrada
Upa pra lá e pra cá
Vigi que coisa mais linda
Upa neguinho começando a andar
Upa neguinho na estrada
Upa pra lá e pra cá
Vigi que coisa mais linda
Upa neguinho começando a andar
Começando a andar, começando a andar
E já começa a apanhar
Cresce neguinho me abraça
Cresce me ensina a cantar
Eu vim de tanta desgraça mas muito eu te posso ensinar
Capoeira, posso ensinar
Ziquizira, posso tirar
Valentia, posso emprestar
Liberdade só posso esperar
Composição: Edu Lobo/Gianfrancesco Guarnieri
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sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Upa Neguinho - Elis Regina
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Cidinha Damaso
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terça-feira, 21 de abril de 2009
EXALTAÇÃO A TIRADENTES
EXALTAÇÃO A TIRADENTES - Elis Regina
Joaquim José da Silva Xavier
Morreu a 21 de abril
Pela Independência do Brasil
Foi traído e não traiu jamais
A Inconfidência de Minas Gerais
Joaquim José da Silva Xavier
Era o nome de Tiradentes
Foi sacrificado pela nossa liberdade
Este grande herói
Pra sempre há de ser lembrado
Esses versos são do samba-enredo "Exaltação a Tiradentes" , composto por Mano Décio, Estanislau da Silva e Penteado para a escola de samba Império Serrano, do Rio de Janeiro, no Carnaval de 1949.
A canção resgata a saga de Joaquim José da Silva Xavier. Mais conhecido como Tiradentes, por sua profissão ser dentista, ele entrou para a história como o mártir da Independência do Brasil. Não é à toa que hoje, 21 de abril, data de sua morte há 214 anos, é feriado nacional. blockquote>
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Cidinha Damaso
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sábado, 15 de dezembro de 2007
Tatuagem - Chico Buarque
Foto: Carlos Braga
Quero ficar no teu corpo
Feito tatuagem
Que é prá te dar coragem
Prá seguir viagem
Quando a noite vem...
E também prá me perpetuar
Em tua escrava
Que você pega, esfrega
Nega, mas não lava...
Quero brincar no teu corpo
Feito bailarina
Que logo se alucina
Salta e te ilumina
Quando a noite vem...
E nos músculos exaustos
Do teu braço
Repousar frouxa, murcha
Farta, morta de cansaço...
Quero pesar feito cruz
Nas tuas costas
Que te retalha em postas
Mas no fundo gostas
Quando a noite vem...
Quero ser a cicatriz
Risonha e corrosiva
Marcada a frio
Ferro e fogo
Em carne viva...
Corações de mãe, arpões
Sereias e serpentes
Que te rabiscam
O corpo todo
Mas não sentes...
Composição: Chico Buarque - Ruy Guerra
>> CIFRA
>> MID VOICE
>> Interpretação: Elis Regina
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Cidinha Damaso
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21:05
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quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
Canto de Ossanha - Baden Powell

O homem que diz "dou" não dá, porque quem dá mesmo não diz
O homem que diz "vou" não vai, porque quando foi já não quis
O homem que diz "sou" não é, porque quem é mesmo é "não sou"
O homem que diz "tô" não tá, porque ninguém tá quando quer
Coitado do homem que cai no canto de Ossanha, traidor
Coitado do homem que vai atrás de mandinga de amor
Vai, vai, vai, vai, não vou
Vai, vai, vai, vai, não vou
Vai, vai, vai, vai, não vou
Vai, vai, vai, vai, não vou
Que eu não sou ninguém de ir em conversa de esquecer
A tristeza de um amor que passou
Não, eu só vou se for pra ver uma estrela aparecer
Na manhã de um novo amor
Amigo senhor, saravá, Xangô me mandou lhe dizer
Se é canto de Ossanha, não vá, que muito vai se arrepender
Pergunte ao seu Orixá, o amor só é bom se doer
Pergunte ao seu Orixá o amor só é bom se doer
Vai, vai, vai, vai, amar
Vai, vai, vai, sofrer
Vai, vai, vai, vai, chorar
Vai, vai, vai, dizer
Que eu não sou ninguém de ir em conversa de esquecer
A tristeza de um amor que passou
Não, eu só vou se for pra ver uma estrela aparecer
Na manhã de um amor
Vai, vai, vai, vai, amar
Vai, vai, vai, sofrer
Vai, vai, vai, vai, chorar
Vai, vai, vai, dizer
VAI!
Composição: Baden Powell / Vinícius de Morais
“Canto de Ossanha, uma das interpretações que firmaram Elis Regina como a Diva da MPB.”
>> CIFRA
> MIDI VOICE
Interpetação >> Quarteto Em Cy
Abraços a quem passa por aqui!!!
Se passar me deixa um comentário, né??!! Rs rs rs ....
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Cidinha Damaso
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14:57
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sexta-feira, 19 de outubro de 2007
Elis Regina & Tom Jobim - Waters of March - English subtitles
Águas de Março, de Tom Jobim, imortalizada pela genial Elis Regina!
P&B - MPB Especial - tv show - live - ao vivo
English words for Waters of Marh of Tom Jobim. A little surreal and nice, very nice song....Elis Regina Jazz Tom Jobim Brazilian
ÁGUAS DE MARÇO - Tom Jobim
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é um laço, é o anzol
É peroba do campo, é o nó da madeira
Caingá, candeia, é o Matita Pereira
É madeira de vento, tombo da ribanceira
É o mistério profundo, é o queira ou não queira
É o vento ventando, é o fim da ladeira
É a viga, é o vão, festa da cumeeira
É a chuva chovendo, é conversa ribeira
Das águas de março, é o fim da canseira
É o pé, é o chão, é a marcha estradeira
Passarinho na mão, pedra de atiradeira
É uma ave no céu, é uma ave no chão
É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão
É o fundo do poço, é o fim do caminho
No rosto o desgosto, é um pouco sozinho
É um estrepe, é um prego, é uma conta, é um conto
É um pingo pingando, é uma ponta é um ponto
É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando
É a luz da manhã, é o tijolo chegando
É a lenha, é o dia, é o fim da picada
É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
É o projeto da casa, é o corpo na cama
É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um resto de mato, na luz da manhã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É uma cobra, é um pau, é João, é José
É um espinho na mão, é um corte no pé
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um belo horizonte, é uma febre terçã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
[atheredrum]
Cifra -> Águas de Março
Partitura original em manuscrito de Tom Jobim, publicada no semanário carioca O Pasquim, em maio de 1972.
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Cidinha Damaso
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23:46
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